www.cacaudobrasil.org

Plantado na sombra da floresta, o CACAU foi responsável pela preservação da Mata Atläntica do Sul da Bahia. No final do século XX o plantio entrou em colapso pelas quedas abruptas de preços e por uma praga, causando risco ao meio ambiente, pois a substituição do CACAU pelo café ou gado exigiria desmatamento. Este BLOG dá espaço para todas as iniciativas que unam PRESERVAÇÃO COM PROSPERIDADE nas regiões cacaueiras.

4/20/2006

REVOLUÇÃO

Parabéns a CEPLAC...

Mororó é uma incansável colaborador da CEPLAC, que trava um forte luta pela industrialização e agora tem um superintendente compatível com seu idealismo.

A BAHIA TEM 3 PROCESSADORAS DE MÉDIO PORTE EM IMPLANTAÇÃO, todas com forte apoio de Gustavo Moura.

3/27/2006

CACAU DO EQUADOR

SEMANA PASSADA PUBLICAMOS UM ALERTA SOBRE A POSSIBILIDA DO BRASIL VOLTAR A IMPORTAR CACAU DO EQUADOR ( QUE É HOSPEDEIRO DE UMA PRAGA PIOR QUE A VASSOURA DE BRUXA )....

SEGUE ABAIXO NOTÍCIA TRANQUILIZADORA PUBLICADA NO JORNAL A TARDE SOBRE O TEMA :



26/03/2006
Outras notícias de Economia >>

Importações Brasil descarta cacau do Equador Umberto de Campos Luiz Conceição Das Sucursais de Brasília e Sul da Bahia – Hoje, no Dia do Cacau, os produtores baianos recebem a boa notícia de que não existe a menor possibilidade de o Brasil importar cacau do Equador. A afirmação foi feita ontem pelo diretor-geral da Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac), Gustavo Moura. Segundo ele, a importação daquele país ocasionaria riscos muito altos para a lavoura brasileira, que tenta se recuperar da crise da vassoura-de-bruxa.

O cacau equatoriano está afetado por uma doença considerada grave pelos cacauicultores, a monília.

A direção da Ceplac recebeu expediente do presidente da Comissão Nacional do Cacau, José Mendes Filho, sobre o noticiário de agências internacionais de que o ministro da Agricultura do Equador, Pablo Rizzo, teria anunciado que seu país compraria banana e voltaria a exportar cacau para o Brasil, depois de anos de suspensão, por barreiras sanitárias. A compra do cacau equatoriano é arriscada por causa da ocorrência de uma doença chamada monília, tão ou mais virulenta que a vassoura-de-bruxa. Ao saber da angústia dos produtores baianos, em função de uma declaração do equatoriano, Moura foi conversar com o ministro da Agricultura, Abastecimento e Pecuária, Roberto Rodrigues. “Ele me disse que efetivamente houve um pedido do ministro da Agricultura do Equador, nesse sentido e prometeu analisar, mas deixou claro que qualquer empecilho iria impedir a importação”.

No Equador existe a infestação pela monília e, nesse caso, explica Moura, não há qualquer possibilidade de negociação. “Jamais o ministro iria autorizar a importação se está claro que ela é prejudicial”, disse. OUTRO ALERTA – O diretor da Ceplac confirmou também o envio ao ministro Roberto Rodrigues, de um expediente alertando sobre os riscos que representa para o Brasil da importação de cacau dos países asiáticos, onde se dissemina o vírus da gripe aviária. O alerta foi feito pelo agricultor Isidoro Lavigne Gesteira, presidente do Sindicato Rural de Ilhéus, que se mostra preocupado com a contaminação da sacaria.No final de fevereiro, Gesteira disse que eram grandes os riscos de que a sacaria utilizada para acondicionamento de amêndoas de cacau Indonésia pudesse ser contaminada com o vírus, mesmo com as precauções fitossanitárias adotadas pelo Brasil. No documento encaminhado ao ministro da Agricultura, a Ceplac informa que, em 2005, foram importadas, através do Porto de Ilhéus, 61 mil toneladas de cacau, sendo 57% destas originárias daquele país do sudeste asiático e 43% da Costa do Marfim.

Para este ano, segundo a Ceplac, está prevista a importação de 26% a mais de cacau, o equivalente a 83 mil toneladas, ou 1.266 sacas, sendo 90% da Indonésia e 10% da Costa do Marfim. As importações devem se iniciar neste mês, o que a Ceplac considera extremamente necessário para a sobrevivência da indústria processadora de cacau instalada nas cidades de Ilhéus e Itabuna, no sul da Bahia.

COMÉRCIO " PRESO "

ESSE TEXTO ENVIADO A LISTA DO CACAU É UMA "LUZ" PARA QUEM QUER ENTENDER PORQUE O COMÉRCIO DE CACAU NÃO É LIVRE...GERANDO MISÉRIA NA REGIÕES CACAUEIRAS DO MUNDO.



Colegas,

1. A classificação de commotdities é a tipificação de um produto agrícola, descrevendo-se suas características intrínsecas e extrínsecas. Ao contrário de às vezes prolatado, compradores e vendedores de QUALQUER commodity teem liberdade de contratar em quaisquer termos que decidam entre eles, inclusive quanto ao tipo de produto que será transacionado. No Brasil a matéria de classificação é regulada pela Lei 9.972/2000, com vistas a que se classifique OBRIGATORIAMENTE os produtos agrícolas SOMENTE nas seguintes situações:
Na importação de produtos - prevenção quanto a questões sanitárias (que possam afetar a saúde pública - p.ex. gripe aviária) ou fito-sanitárias(transmissão de doenças/pragas que sejam de importância econômica ou ambiental);
Produtos consumidos diretamente no estado em que se encontram - defesa da saúde pública.
Nas compras governamentais - necessidade de transparência nas compras e vendas, quando o Governo intervém no domínio econômico para fins de uso próprio ou para regulação de mercados.
A íntegra da Lei, com alguns comentários do subscritor, vai em anexo. É de se notar que a questão de qualidade nada tem haver com classsificação - que é uma descrição do produto -, pois nada assegura que os preços pagos a quem vende melhorarão necessariamente. Na realidade, em geral, em um mercado de commodities, dada uma descrição do produto nos contratos, a melhoria de qualidade significa transferência de custos adicionais ao produtor e só fará sentido se corresponder efetivamente a um ganho mais que proporcional do produtor, em relação aos custos adicionados.

2. Existem associações de comerciantes de cacau, como as de Londres, Nova Iorque e Paris que emitem contratos-padrão, DE LIVRE ADESÃO DAS PARTES que desejem comprar ou vender, onde são descritos os tipos de produto transacionado e, caso haja divergências quando da entrega da mercadoria, o próprio contrato prevê que, ao invés de buscar-se proteção jurídica usualmente demorada, as associações patrocinam o exame da pendência por arbitragem, com 3 árbitros das próprias associações, sendo um de cada parte e um terceiro que é nomeado por acordo entre ambos. Repito não existe NENHUMA obrigação de adesão a esses contratos.

3. As correentes de comércio de commodities no mundo teem tido tendência à concentração de compradores - sejam das usinas processadoras, seja dos fabricantes de chocolates, o que tem levado a que o direcionamento do que é produzido de cacau tenha o destino determinado pelos usineiros e chocolateiros, dentro de suas conveniências logísticas, comerciais e mercadológicas. De fato, isso tem sido reconfirmado por fontes próximas aos usineiros e chocolateiros, sendo interessante notar que o processo do CADE sobre a venda da GAROTO para a NESTLÉ interrompeu e reverteu a transação, diante da preocupação com a concentração excessiva da produção de chocolates no Brasil. Nenhuma providência dessa ordem foi tomada com relação às usinas processadoras no Brasil, que constituem o que os economistas chamam de oligopsômio - poucos compradores de muitos vendedores.
4. Até o início dos anos 90 o mercado de cacau no Brasil incluia cerca de 50 empresas compradoras, entre usinas processadoras, exportadores de amêndoas e cooperativas. Hoje temos menos de 10 e com uma significativa concentração dentro desse grupo. Até àquela época, as exportações brasileiras do complexo cacau eram quase equilibradas entre cacau em amendoas e seus subprodutos(massa, manteiga, torta e pó; hoje só se exporta subprodutos e até se importa cacau em amendoas asiático e, em muitas ocasiões até mesmo diretamente os subprodutos daquela região do mundo, em vista dos incentivos do sistema drawback e os fiscais, sem falar na capacidade de financiamento externo das usinas - todas com matrizes ou propriedade de grupos multinacionais - com diferenciais de taxas de juros de cerca 12 pontos percentuais aa, somente se consideradas a SELIC brasileira e a prime rate norte-americana ou 500% de diferença.

4. A criação de um mercado futuro a termo foi tentada nos anos 80, utilizando-se exclusivamente a assessoria e a estrutura da BMF, quanto a regras operacionais, garantias e liquidações de contratos. O insucesso se deveu a pouca participação dos tomadores de risco, a inflação e, talvez, a indicação de que a concentração do comércio já se delineava, tornando os atores maiores que o mercado, matando-o.

5. A eminência parda do mercado, hoje, é fácil de ser localizada, tanto quanto difícil é de ser convencida a agir mais benignamente.

Abs,
João Arthur Pereira de Mello

3/23/2006

CACAU DO BRASIL NO JAPÃO ...

Dr. Gustavo Moura, manifestou ontem preocupação sobre possível bloqueio que pode vir a ser sofrido ao Cacau do Brasil no mercado do Japão.

Cacau do Brasil agradece a interatividade de Dr. Gustavo, exaltando que a Internet é o meio mais barato e ágil de comunicação para comunicações segmentadas.


O Superintendete enviou por fax um documento que relata os seguintes textos e fatos :


Texto de documento do Ministério das Relações Exteriores de 16/03/06 :

" Senhor Diretor,

Aditamento á MO 478. Transmito, a seguir, cópia da carta da Associação de Chocolate e Cacau do Japão acerca da entrada em vigência de novo sistema de lista positiva para resíduos químicos em alimentos.

Cordiais saudações,


Flávio S. Damico
Chefe da Divisão de Agricultura e Produtos de Base

( Protocolo na CEPLAC n. 527 ) "


A referida carta é da Chocolate and Cocoa Association of Japan para a Embaixada do Brasil no Japão, o sr. André Amado e reitera que a partir desde outubro 2005, o Japão terá mais precauções com a entrada de cacau nesse país no que tange presença de produtos químicos ( em especial os presentes em pesticidas e drogas veterinárias ).

O texto é claro quando diz que a repetida violação da normatização será alvo de PROIBIÇÃO DE ENTRADA DO CACAU BRASILEIRO NESTE PAÍS...

Essa carta reforça uma tendência mundial de valorização de produtos sem agrotóxicos e normatizados, o que reforça a necessidade de um debate claro sobre o tema normatização e suas implicações ao comércio exterior.

3/21/2006

CACAU MOSTRA A SUA CARA !!!

BOM, DR. GUSTAVO:

a )- FINANCIAMENTO - errei na conta: original-- R 398 mil, 2004 R755 mil, 2005 R1.030 mil, total dos juros= 275 mil , superior a 36% ao ano , na lista há contadores e advogados, para não dar trabalho, queria que um companheiro, calculasse os juros, só de um ano, ou seja ano 2004, pois o BB. é uma estatal faz parte do VALERIODUTO, podia ter retirado dinheiro de nossas contas e colocado juros.

b ) -CLASSIFICAÇÃO - não é para temê- la ,devida minhas instalações e os tí tulos que recebo de CARGILL, mas, é ela mesmo que eu temo, já descofiando do fechamento dos escritórios, foi muito coencidência e seu poderio influencia as demais em tudo , desrespeitor nossas tradições e irá pagar no futuro com15 dias. E o cacau importado , DR. GUSTAVO, onde os funcionàrios das industrias dizem ser de péssima qualidade, é coisa que o SNR. não pode sair sem dar o troco e a quantidade que sabemos que é maior , baixando nossos preços, pois os navios só chegam d e propósito no pico do temporão e safra, depois de parabenizar o Ministro pela sua escolha, citei o caso, de´pois ao SEN. CESAR BORGES. SOLUÇÃO.?

c ) - ALMIRANTE CACAU- não quero promoções, mas, me comeveu o que escreveu a SRA. LÚCIA KAMEI,* quero que você seja o previlegiado que é por que divide com todos os resultados que consegue*. .Lúcia , obrigado , você fez justiça, me sinto útil transferindo o que faço.
E a ALMIRANTE CACAU ? quem já se beneficiou com sua alta técnica, deve ter os melhores clones , quem já comprou? eu desejava, onde está nosso patriotismo, se eu protesto e nunca achei apoio de ninguem, agora fica esta multi mandando nosos melhores clones para um país que será nosso concorrente, para depois gritarmos , como está sendo o caso do EQUADOR, sei que é por causa da monília, é preciso protesto, onde estão nossos representantes?, quando vier a concorrência vem o chôro.

DR. GUSTAVO, sei que não se pode fazer o que quer, mas, vamos mostrar fôrça ,pelo menos com alongamentodas dívidas.

Abraços amigo

EDVALDO SAMPAIO

INCRA ILEGAL

O limite mínimo de 700 Kg de cacau por hectare, nunca foi conseguido como média, mas contra qualquer racionalidade, contra a realidade da VB, contra informação da CEPLAC, contra reação da CNA e da Comissão que trata sobre cacau, o limite permanece lá desde 2003. Estabelecido via ato administrativo, INTRUÇÂO NORMATIVA 11, do INCRA, nascida com nuances de ilegalidade, pois faltou a aprovação de um Conselho de Agricultura. Contra todos esses maus predicados, a norma está lá, mais impávida que o ameaçadíssimo principio constitucional do direito à propriedade.
Como disse, a Comissão do Cacau já tratou desse assunto no ano passado, mas sem sucesso, (só conseguiu a indicação da produtividade pela CEPLAC). Acredito que diante do represamento insoluto das dívidas e à condição de inadimplente a que tende ser colocada grande parte dos cacauicultores, faz-se necessário urgente questionamento judicial da norma que já está sendo usada para desapropriações.
O corpo jurídico da FAEB sinaliza que tratará disso nos próximos dias.
A nossa atenção, inclusive com proposições seria de grande ajuda.
Deroaldo

3/19/2006

CACAU IMPORTADO PODE VIR COM MONÍLIA

Caro Gustavo,

No noticiário mundial desta semana apareceram as duas notas reproduzidas abaixo, segundo as quais nosso ministro da Agricultura teria firmado acordo com seu colega do Equador de importar cacau desse país.
A estranha notícia supreende, principalmente sabendo-se que o Equador é hospedeiro da monília, cuja introdução no Brasil acabaria de vez com nossa cacauicultura já debilitada.
Por favor, ajude ao nosso esclarecimento, informando-nos o que há por detrás disso. Espero que não haja nada.

Um grande Abraço

Thomas

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QUITO, Mar 16, 2006 (Xinhua via COMTEX) -- El ministro de Agricultura de Ecuador, Pablo Rizzo, anunció hoy que el país volverá a exportar banano y cacao a Brasil, luego de varios años de suspensión y cierre de ventas por la implementación de barreras sanitarias.

El secretario de Estado dijo que éste es el principal resultado de la visita oficial que realizó a su homólogo brasileño Roberto Rodríguez, junto con una delegación ecuatoriana integrada por 21 empresarios.

Indicó que el objetivo de la visita fue para concretar y reforzar el proyecto de etanol y biodiesel que se busca implementar en Ecuador, con el fin de reducir las importaciones de aditivos (nafta) a través de la producción de biocombustibles que permitirán disminuir la contaminación ambiental.

Rizzo manifestó que en Brasil se acordó que en 30 días las autoridades brasileñas emitirán una normativa para reabrir su mercado al banano ecuatoriano, sin triangulación, que se cerró por causa de la enfermedad de la "sigatoca negra".

Agregó que, de igual manera, se estudia la reapertura de las exportaciones de cacao requeridas por Brasil, con lo cual se logrará ampliar los mercados de estos dos productos, con una importante exportación.

Sin embargo, no dio a conocer fechas para la reapertura de las exportaciones de los mencionados productos, aunque estimó que será en el menor tiempo posible, que no sería mayor de un mes

3/12/2006

Lester Brown em Villas de São José



















Lester Brown ( World Watch Institute ) Marta Almeida ( Rede Globo ), Eduardo Athayde ( WWI - Brasil ) e Cleber Isaac Filho ( CLK Desenvolvimento ) em Villas de São José

Após essa foto foi realizada uma entrevista aonde Lester Brown se mostra especialmente interessado nas potencialidades de Econegócios da Bahia.

Durante o dia ele pode conhecer os Projetos Ambientais que são apoiados por Villas de São José :
Chocolate da Cooperativa Cabruca ( que é vendido no hotel )
Reciclagem de lixo de Itacaré ( que é magistralmente organizado pela Yonic, e é fruto de uma parceria com a prefeitura apoiada por Villas de São José)
Floresta Viva ( Lester teve uma longa conversa com Rui Rocha),

Lester em sua despedida ele foi enfático sobre Villas de São José :

- Vocês estão envolvendo e apoiando tantas pessoas...estão ajudando a salvar o mundo.

LESTER BROWN E AS FAZENDAS DE CHOCOLATE



IMAGENS HISTÓRICAS : LESTER BROWN E AS FAZENDAS DE CHOCOLATE.

Uma declaração de Lester Brown na CNN criticando uma determinada empresa pode fazer as ações dela baixarem, pelo boicote de consumidores que essa declaração gera (isso já aconteceu antes).

Por outro lado a visita desse formador de opinião internacional a região cacaueira pode gerar declarações a favor da Mata Atlântica desse região e dos guardiões dessa mata (os fazendeiros).

Caberá aos produtores usarem esse apoio institucional para ajudar a condução política da repactuação das suas dívidas e abertura de novos mercados internacionais ( cacau fino, cacau orgânico, chocolates da mata atlântica etc. )














Lester Brown colhendo cacau em Villas de São José ( ao lado o Diretor da UMA - Eduardo Athayde).















O cacau, o ambientalista e a Mata Atlântica - uma imagem que fala por sí só.

A exploração de cacau e seus sub-produtos em Villas de São José é realizada em uma parceria com Instituto Floresta Viva, no espaço Cáfé Cacau, que é explorado por uma família associada ao projeto.




















Cleber Isaac Filho " vendendo " chocolate da Cooperativa Cabruca para o mundo - via Lester Brown.

Posso garantir que ele ficou impressionado com o sabor, design e conceito do produto.

A foto foi tirada em Villas de São José, ao fundo um quadro retrata uma plantação de cacau, obra do artista ilheense Goca.

Temos que aprender a vender o conceito de preservação ambiental e cultural do cacau, com esse atributos novos mercados se abrirão e o segmento terá um status superior ( os pecuaristas estão fazendo isso vendendo o conceito do "Boi de Capim" ).

AMBIENTALISTA VISITA AS FAZENDAS DE CHOCOLATE

VISTA AÉREA DAS FAZENDAS DE CHOCOLATE



A Rede Globo - TV Santa Cruz entrevista Lester Brown durante o sobrevôo pelas "Fazendas de Chocolate" que ajudam a preservar a mata atlântica.

A repórter Marta Almeida, tem experiência internacional e fez três excelentes entrevistas com Lester Brown ( uma em Villas de São José, uma voando e outra no projeto de reciclagem de Lixo de Itacaré).

Marta trabalhou na Televisão Canadense e viajou pela Europa para realização do documentário "Saga do Cacau" da TV Santa Cruz, por isso uma profissional a altura da responsabilidade da entrevista.


Lester Brown pode ver diversas propriedades que estão desenvolvendo projetos dentro do conceito " Fazendas de Chocolate " ( agregar valor ao produto cacau fora do mercado de commodities ).

Entre elas :











Fazenda Santa Ana -
localização : Margens do Rio de Contas ( em Itacaré )
proprietário : Edgard Morbeck
econegócios : cacau orgânico, pousada rural, ecoturismo e mini processadora de chocolate (em estudo)













Fazenda Porto Novo
Proprietários : Família Abud ( Ricardo e Ronaldo ), Gonçalo ( Unicamp ) e Nicanor
Localização : Faz. Ilhéus Itabuna
Econegócios : Cacau Fino e eco turismo ( em fase de planejamento )











Fazenda Volta do Poço

Localização : Estrada Ubaitaba - Itacaré
Proprietário : Cleber Isaac Filho
Econegócios : Cacau orgânico, ecoturismo ( estuda se agregar a algum dos projetos de chocolate em curs0)

LÍDER AMBIENTAL AMERICANO VISITA REGIÃO CACAUEIRA ( 01 )

A convite da Univ. da Mata Atlântica, Lester Brown, considerado o mais influente ambientalista americano fez um vôo de reconhecimento da região cacaueira e pernoitou em Villas de São José, uma antiga fazenda de cacau que se tornou complexo turístico.

Tenho certeza que essa visita pode se tornar um reforço a luta do produtores de cacau por repactuação de dívidas e financiamentos para agregar valor a cadeia produtiva do cacau.

Detalhe : ELE ADOROU O CHOCOLATE DA CABRUCA E LEVOU PARA OS EUA DUAS CAIXAS.

PARA ENTENDER LESTER BROWN :

Entrevista Roda Viva :

http://www.wwiuma.org.br/entrevistas/rodaviva.html

Entrevista Folha de São Paulo :

http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u9534.shtml

Mais sobre Lester Brown :

Lester R. Brown é Fundador do WWI-Worldwatch Institute e do EPI-Earth Policy Institute

Lester R. Brown foi descrito pelo jornal Washington Post como "um dos mais influentes pensadores do mundo". The Telegraph, de Calcutá, referiu-se a ele como "o gurú do movimento ambiental global". A Biblioteca do Congresso americano solicitou as notas pessoais e manuscritos de Brown, reconhecendo a importância do seu trabalho e o do Instituto, sob sua direção, na formação do movimento ambiental global nas últimas décadas do século XX.

Diplomas:

B.S. Rutgers University (Ciências Agrícolas) (1955)
M.S. University of Maryland (Economia Agrícola) (1959)
M.P.A. Harvard University (Administração Pública) (1962)

Livros:

Man, Land and Food (1963)
Increasing World Food Output (1965)
Seeds of Change (1970)
World Without Borders (1972)
In the Human Interest (1974)
Man and His Environment: Food (with Gail Finsterbusch) (1974)
By Bread Alone (with Erik Eckholm) (1974)
The Twenty-Ninth Day (1978)
Running on Empty (with Colin Norman & Christopher Flavin) (1979)
Building a Sustainable Society (1981)
The World Watch Reader (edited by Lester Brown) (1991)
Saving the Planet (with Christopher Flavin & Sandra Postel) (1991)
Full House: Reassessing the Earth's Population Carrying Capacity (with Hal Kane) (1994)
Who Will Feed China? Wake-Up Call for a Small Planet (1995)
Tough Choices: Facing the Challenge of Food Scarcity (1996)
Eko Kezai Kakume: Environmental Trends Reshaping The Global Economy (1998)
The World Watch Reader (edited by Lester Brown and Ed Ayres) (1998)
Beyond Malthus: Nineteen Dimensions of the Population Challgenge (with Gary Gardner and Brian Halweil) (1999)
Série de Livros:
Estado do Mundo, anuário - iniciado em 1984 (diretor do projeto e co-autor)
Vital Signs: The Trends That Are Shaping Our Future, anuário - iniciado em 1992 (diretor do projeto e co-autor)
Environmental Alert Series, iniciado em 1991
Parabéns CEPLAC,

Ação propositiva para caminhos alternativos do mercado de Commodities e bem comunicada ( está na primeira página de seu site ).

Essa notícia é uma péssima notícia para as mentes retrógradas que ainda consideram o mercado de commodities o único caminho viável para comercialização do CACAU :


Ceplac vai implantar agroindústrias no Sul da Bahia

A Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac), está desenvolvendo ações para implementação de agroindústrias de cacau nos estados onde atua visando agregar valor às atividades do produtor rural. A entidade pretende implantar unidades de produção incubadoras para treinar produtores, que deverão beneficiar amêndoas de cacau e uma gama de produtos de forma a aproveita-los integralmente valorizando seus derivados. Isso significa um maior percentual de renda às pequenas e médias propriedades, além de gerar emprego nas regiões produtoras.
Para implantar as agro-indústrias ficou definida durante reunião técnica promovida no dia 22 pela Ceplac em Brasília, a participação de órgãos públicos e privados como o Sebrae/BA, a empresa de maquinários Meller/ES, o Ministério da Agricultura, entre outros, e de representantes da Costa do Marfim e República dos Camarões. Além do cacau, o projeto beneficiará produtos regionais como cajá, jaca, jenipapo, cupuaçu, açaí, graviola, manga, banana, coco, pupunha, seringueira. Os subprodutos variam desde polpas, purês, sucos, néctares, doces, geléias/geleados, frutas desidratadas/cristalizadas/passas passando por xaropes, compotas, vinhos, licores, destilados, sorvetes, água de coco até coco ralado e leite de coco.
VALOR AGREGADOO diretor industrial da Meller, Flavio Abaurre, destaca a iniciativa da Ceplac ressaltando que este é o único caminho de oferecer valor agregado à atividade. Nos últimos três anos foram implantadas cerca de 15 pequenas e médias fábricas de chocolate no Brasil. “Isso significa que 50% da produção de bombons já está nas mãos dos pequenos e médios fabricantes”, disse. Para o diretor geral da Ceplac, Gustavo Moura, a instituição vai oferecer uma estrutura tecnológica para implementar agro-industrias, que servirão de incubadoras e especializarão de produtores e operários nas áreas de beneficiamento e comercialização.
A assessoria técnica da Ceplac vai orientar o produtor desde a colheita, como já é uma prática, até a comercialização passando pela identificação de mercados em potencial e tipo de produtos de alta qualidade, inclusive visando o mercado externo. Os produtores também serão orientados a buscar formas de aquisição de crédito para a montagem de outras unidades equivalentes que possam beneficiar outros grupos de produtores. A expectativa é que o processo tenha um efeito cascata para a difusão das tecnologias como produção de cacau fino, transformação do produto em licor, torta e pó de cacau e numa segunda etapa do processo de transformação, será produzido o chocolate.
Durante a reunião o Gustavo Moura ressaltou a importância do pequeno agricultor de se capitalizar para mudar um quadro tradicional de que os países produtores são os pobres e os ricos são os processadores. “Temos que mudar o quadro implantando tecnologias, desenvolvendo pesquisas e entrar com força no mercado”, afirmou. Ele lembrou ainda que “as tecnologias desenvolvidas pela Ceplac leva em consideração a proteção da Mata Atlântica e Floresta Amazônica”.COSTA DO MARFIMA embaixadora da Costa do Marfim, primeiro produtor mundial de cacau, Collet Lambim, presente à reunião agroindústria do setor cacaueiro disse que há mais de quatro 4 anos vem tentando convencer seu país a seguir o exemplo do Brasil no desenvolvimento do cacau e o valor agregado. Collet disse vai voltar a insistir no assunto para que as autoridades de seu país reconheçam que as técnicas brasileiras são as melhores. Segundo ela, a Costa do Marfim vai contribuir para o desenvolvimento do projeto proposto pela Ceplac área de agro-industrialização de cacau.

ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO DA CEPLAC
22 de Fevereiro de 2006.

3/08/2006

MENSAGEM GRUPO DE TRABALHO

Senhores,

Foi realizada no CEPEC, no dia 03/03/2006, uma reunião para fazer uma avaliação da portaria 40 do MAPA, que cria normas para Classificação do Cacau produzido no Brasil. Participaram desta reunião: Produtores, Representantes da Comissão Nacional do Cacau, Representantes da FAEB, Dirigentes e Pesquisadores da CEPLAC, Representantes da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Agronegócio do Cacau e Sistemas Florestais Renováveis, Representantes da Comacau, Representantes da Associação Comercial de Itabuna, Membros da UESC e imprensa local. Ficou decidido que:

- Será dado um prazo inicial de 6 meses para que a discussão sobre a norma seja aprofundada com o segmento. Caso esse prazo não seja suficiente, um novo prazo poderá ser solicitado. No termino da discussão, será estabelecido um outro prazo para a IN entrar em vigor.

- Foi criado um grupo formado por diversos representantes do segmento para discutir e sugerir alterações na IN. Conforme o andamento das discussões, as sugestões serão devidamente divulgadas para que todos tenham conhecimento. Este grupo é formado por:

1. Alex Maron – Produtor
2. Célio Kersul – Professor da UESC
3. Cleber Issac – Empresário Rural
4. Cristiano Wally – Produtor / Membro da APCFE
5. Fernando Botelho – Produtor / Presidente do Sindicato Rural de Barro Preto
6. Florisnelson - Produtor / Presidente do Sindicato Rural de Ipiau
7. Guilherme Moura – Representante da FAEB / Produtor / Presidente do Sindicato Rural de Camacan
8. João Tavares – Produtor Rural
9. Joseval – CEPLAC
10. Maria Lucia Kamei – Produtora e Representante da Associação Comercial de Itabuna
11. Paulo Pinto – Produtor e Diretor da Cabruca
12. Raimundo Mororo – CEPLAC
13. Renato Souza – Produtor e Presidente do Sindicato Rural de Gandu
14. Vanildo Bispo - CEPLAC

A data e local das discussões serão também divulgados, podendo QUALQUER PESSOA do segmento participar e dar sugestões.

Durante a reunião no CEPEC, alguns pontos foram detectados para serem discutidos no primeiro encontro. São eles:

1. Estruturação da extensão rural da CEPLAC para capacitar o agricultor a produzir e analisar o Cacau de acordo com as normas criadas na IN
2. Estudo para um uso alternativo do Cacau com VB para que este não seja perdido
3. Estabelecimento de ágio e deságio para cada “Tipo” de Cacau
4. O uso da IN também para o Cacau importado


Atenciosamente,


Comissão Nacional do Cacau

ASSOCIAÇÃO COMERCIAL DA BAHIA


Caros Membros da Lista,




A Associação Comercial da Bahia dá provas de que realmente está atenta aos interesses do Comércio da Bahia, o vice - presidente Sr. João Lopes Araújo e a Presidente Sra. Lise Weckerle, vão se reunir amanhã pela manhã para tratar dos temas debatidos na Lista do Cacau.

Cabe ressaltar que o Sr. João Lopes é um expert em café e acredita que o Cacau pode seguir o caminho do Café para agregação de valor...


Para fortalecer a posição de que os Produtores de Cacau querem apoio da Associação Comercial da Bahia na prospecção de novos mercados e implantação de unidades produtivas de chocolate artesanal enviem mensagem para a Associação Comercial da Bahia :

http://www.acbahia.com.br/fale.asp

BOI DE CAPIM








O QUE TEM A VER BOI DE CAPIM COM CACAU DO BRASIL ???

R: TUDO.

VEJAM O SITE DO EVENTO : http://www.boidecapim.com/

Quem presenciou o evento dos pecuaristas denominado " Boi de Capim " em Sauípe, ficou admirado e principalmente motivado pela repercussão do evento.

O profissionalismo em todos os sentidos :

- Conceito do evento , que tem como objetivo agregar valor a uma commoditie e atuar mais próximo ao consumidor final ( agregando valores ambientais ao produtor )

-Participação dos produtores

- Marketing e divulgação

- Escolha dos palestrantes...

Haviam vários membros da Lista no evento, entre eles : Mascarenhas, Eduardo Salles, Eduardo Atahyde, Sr. Juvenil...eles podem testemunhar que viram duas pelo menos duas palestras acima da média :

1. Dr. Lester Brown, do WWI ( EUA ) um ambientalista que tem entre outros feitos ter cunhado os conceitos de Desenvolvimento Sustentável e de Econegócios

2. Ministro Rodriguez da Agricultura, que além de ser muito carismático, deu um show de conhecimento sobre commodities agrícolas e foi enfático :

" - UMA DAS FUNÇÕES DO GOVERNO É INTERVIR PARA MINIMIZAR O IMPACTO DAS FLUTUAÇÕES DE PREÇO AOS PRODUTORES....."

Para quem defende que o Liberalismo Econômico deve chegar as fronteiras do descalabro de 30 mil produtores como está acontecendo agora no CACAU, o ministro com certeza traria argumentos contrários fortes....

Ele citou 10 commodities várias vezes em sua palestra....em nenhum momento falou de Cacau...

A culpa desse esquecimento é dele ? Imagino que não, a culpa é dos abnegados Fausto e Guilherme e dos membros da Camara Setorial ? Imagino que não ....

A CULPA É TODO UM SEGMENTO QUE PASSOU 120 ANOS ACHANDO QUE SEU CLIENTE ERA A BOLSA DE LONDRES.....

O PASSADO NÃO MUDAMOS MAIS...O FUTURO ESTÁ NAS MÃOS DE MUITA GENTE QUE FREQUENTA A LISTA DO CACAU....